Uma investigação que rastreou R$ 52 bilhões ligados ao PCC virou briga por protagonismo entre o governo paulista e ministros de Lula. O cerco financeiro mapeou fraudes em combustíveis, uso de fintechs e fundos, e sonegação bilionária. Três operações paralelas dividiram os holofotes e tiraram foco da cooperação inédita entre órgãos. Alvos incluem postos, usinas e ativos na Faria Lima.
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