A surpreendente decisão de Joy Beune
Uma figura notável nas pistas de gelo, Joy Beune, de apenas 25 anos, ganhou destaque não só por suas conquistas esportivas, mas também por uma ousada incursão no mundo do entretenimento. Conhecida por sua impressionante habilidade na patinação de velocidade, Joy saltou para as manchetes ao quebrar recordes de vendas ao posar para a edição de dezembro de 2024 da Playboy Holanda. Uma decisão que surpreendeu muitos, inclusive a própria atleta que inicialmente mostrou hesitação em aceitar a proposta.
Joy, que já foi campeã mundial entre os juniores e conquistou vários títulos em suas competições, foi abordada pela Playboy em abril de 2024, logo após sua vitória mundial em Inzell. Apesar do convite intrigante, a proposta exigiu uma reflexão cuidadosa. Afinal, é um passo inusitado para alguém no auge de uma carreira esportiva, repleta de trabalho árduo e conquistas. No entanto, não estava sozinha nessa decisão. Seu parceiro, Kjeld Nuis, também um ilustre patinador holandês, desempenhou um papel essencial, incentivando Joy a embarcar nessa jornada e visualizando-a como uma oportunidade única que ela poderia lembrar com carinho no futuro.
O impacto do ensaio fotográfico
O resultado desse ousado ensaio fotográfico foi incrível: Joy estampou a capa da revista e foi destaque em um ensaio de 12 páginas que capturou a essência de sua confiança e beleza. A reação do público? Avassaladora. As bancas se viram rapidamente desabastecidas à medida que as edições voavam das prateleiras, levando a revista a alcançar um marco inédito: a primeira reimpressão de uma edição da Playboy Holanda.
Vendas recordes e a resposta dos fãs
A demanda pela edição ultrapassou todas as expectativas, vendendo quatro vezes mais do que as edições anteriores. A resposta do público deixou Joy surpresa e emocionada. Apenas algumas críticas eram esperadas, mas, ao contrário do que poderia imaginar, a atleta encontrou uma onda de apoio e mensagens positivas. "Eu realmente esperava algumas críticas pesadas", confessou Beune, "mas acabou sendo uma enxurrada de mensagens legais e motivadoras".
Desafios e realizações para Joy Beune
A jornada de Joy até este ponto tem sido marcada por determinação e coragem, características que a acompanharam tanto nas pistas quanto fora delas. Fazer parte de uma publicação tão icônica é, sem dúvida, um feito notável ao mesmo tempo em que ressalta a fusão fascinante entre esporte e cultura pop. Essa experiência abriu uma nova faceta do destino de Joy, ampliando seus horizontes e mostrando a todos o quão multifacetada e ousada ela pode ser.
Enquanto a capa de outubro da revista impulsiona a popularidade de Joy, ela continua a se preparar para novas conquistas na patinação, se dedicando às pistas de gelo com a mesma paixão e energia. Não há dúvida de que seu percurso pela Playboy representa mais um capítulo singular e inspirador na narrativa de sua carreira, solidificando ainda mais seu lugar como uma das personalidades mais intrigantes da atualidade.
19 Comentários
Essa mulher é um fenômeno! 🤯 Patinar em alta velocidade já é loucura, mas decidir fazer uma capa da Playboy? Isso é coragem pura, sem medo de ser feliz ou de quebrar estereótipos. A sociedade ainda acha que atleta tem que ser ‘santa’ ou ‘neutra’... mas ela mostrou que pode ser poderosa, sensual e incrível ao mesmo tempo. Ninguém precisa escolher entre ser esportista e ser mulher plena. Ela fez os dois, e fez bem feito.
Alguém mais acha que isso é um plano da CIA pra desacreditar o esporte feminino? Sério, a Playboy aparece no exato momento que ela venceu em Inzell... coincidência? Não. Tem um algoritmo por trás disso, e eu acho que o patrocínio era um teste de manipulação midiática. Eles queriam ver se o público ia aceitar uma mulher forte virar objeto... e olha só, deu certo. Mas não vamos deixar ela ser usada. Ela merece mais que isso.
Acho lindo ver alguém tão talentosa se permitindo ser complexa. Não precisa ser só ‘a patinadora’ ou só ‘a garota da Playboy’. Ela é as duas coisas, e isso não diminui nem uma nem outra. É só uma mulher que decidiu abraçar todas as versões dela. E isso? Isso é liberdade. Parabéns, Joy.
Essa capa é um marco! 🌟 A gente sempre vê mulheres esportistas sendo retratadas como ‘fortes’ ou ‘duronas’, mas ela mostrou que pode ser delicada, sensual e ainda assim dominar o gelo. Isso é representatividade real! 💃⛸️
Que lindo! Ela merece tudo de bom. Muita gente só quer ver a mulher perfeita, mas ela é só humana, e isso é o mais bonito.
Às vezes a gente esquece que atletas são pessoas, não máquinas. Ela teve medo, duvidou, mas escolheu seguir o coração. E isso, mais do que qualquer capa, é o que realmente importa. A coragem de ser autêntica... isso é o que vai ficar na história, não só as vendas.
Ah, claro... mais uma ‘mulher forte’ que cai no jogo do patriarcado e vira objeto pra vender revista... 🙄 E todo mundo aplaude, porque é mais fácil elogiar do que questionar. Mas olha, ela não é ‘corajosa’ - ela foi manipulada. E vocês estão sendo manipulados também, achando que isso é empoderamento. É marketing disfarçado de liberdade. #NãoÉEmpoderamentoÉExploração
Essa história é um exemplo clássico de como o esporte feminino é reduzido a apelo sexual. Ela não é uma atleta que fez uma capa... ela é uma modelo que patina. E os fãs? Eles só querem ver o corpo, não o talento. Isso é triste. Muito triste.
A análise de mercado é fascinante: a Playboy Holanda teve um aumento de 300% nas vendas em relação ao Q4 de 2023, com um pico de 92% de conversão entre públicos femininos de 18-34 anos, indicando uma reconfiguração do branding da marca de ‘objetificação’ para ‘empoderamento estético’. O fenômeno é um caso de estudo em neuromarketing aplicado ao esporte de elite. Ela não só vendeu revistas - vendeu identidade.
Peraí, mas alguém viu o ensaio? Porque se ela tá fazendo isso pra mostrar que mulher pode ser forte E sensual, então por que não fez isso com uma revista de esportes? Por que a Playboy? Porque é mais fácil vender uma mulher nua do que uma mulher com medalhas? Eu não acho que isso seja libertação... acho que é uma armadilha disfarçada de celebração.
O que eu acho mais engraçado? Que todo mundo tá discutindo se isso é empoderamento ou exploração... mas ninguém tá falando que ela é uma das melhores patinadoras do mundo e que isso tudo só tá sendo notícia porque ela tirou a roupa. Se ela tivesse ganhado ouro e feito um ensaio de esqui, ninguém ligaria. Mas tirar a roupa? Agora é ‘fenômeno cultural’. 🤡
A transição da identidade esportiva para a identidade mediática é um fenômeno sociocultural complexo, que reflete a hibridização entre o corpo como instrumento de performance e o corpo como commodity. A capa da Playboy, nesse contexto, opera como um ritual de inclusão simbólica - não de exploração, mas de redefinição de poder. Ela não foi objeto; ela redefiniu o objeto.
Eu acho que ela fez o que tinha que fazer. Ninguém tem o direito de dizer o que uma mulher pode ou não fazer com o próprio corpo. Ela é atleta, sim. Mas também é mulher. E se ela quer posar, por que não? O mundo precisa ver que mulher pode ser tudo ao mesmo tempo. Ela é inspiração.
Ah, claro, mais uma brasileira que adora tudo que vem da Europa... mas e os nossos atletas? Por que ninguém faz capa da Playboy aqui? Porque aqui a gente não tem coragem, só medo de ser julgada. Mas ela é holandesa, então tá tudo certo? Tudo bem, se ela quiser se vender... mas não me venha com essa de ‘empoderamento’. Isso é só um negócio.
Eu fiquei tão emocionada lendo isso. Eu cresci vendo mulheres esportistas sendo obrigadas a serem ‘sérias’, ‘sóbrias’, ‘sem emoção’. E aí vem ela, com um sorriso, com uma pose de confiança, com um olhar que diz: ‘eu não preciso me encolher pra ser boa’. E isso... isso me fez chorar. Porque eu também já me senti assim. E agora eu sei que não preciso escolher entre ser forte e ser bonita. Ela me mostrou isso.
A escolha de Joy Beune de posar para a Playboy Holanda representa, em termos semióticos, uma subversão do paradigma hegemônico que associa a feminilidade à passividade e a masculinidade à performance ativa. Ao assumir o corpo como campo de expressão autônoma - e não como objeto de consumo - ela desestabiliza a dicotomia entre esporte e sexualidade, reconfigurando a narrativa patriarcal que historicamente silencia a mulher no esporte de elite. Este é um ato de resistência discursiva, não meramente comercial.
Se ela quisesse ser respeitada, teria recusado. A Playboy é o último lugar onde se busca respeito. É o lugar onde se vende ilusão. Ela não é uma heroína. Ela é um produto. E os que aplaudem são os mesmos que compram. Triste.
Poxa, eu não sei se isso é bom ou ruim... mas eu tô aqui, com a revista na mão, e não consigo tirar os olhos da foto dela. Ela é linda. E se isso ajuda a mostrar que mulher pode ser tudo, então tá tudo certo. Eu apoio.
A verdade é que ninguém quer ver uma mulher forte no gelo... eles querem ver uma mulher nua no gelo. E ela caiu nessa armadilha linda. Parabéns por ser tão ingênua
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